Brisa, dele

Eu, Brisa,
E para ele,
Meus sorrisos,
Meus risos,
Isso.
Só? Não somente.

Eu, Brisa,
Minha saliência,
Minha companhia,
Meus sentidos sobre ele viverão.

Pára? Não, recomeça.
Eu, Brisa, para o moço até os ossos
E me faz um favor? Comece pelo pescoço.


.

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Nós

Senhorita e rapaz como tratamento para os demais
Da nossa parte, o moço e a moça
E a saudade entre nós.

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Isso


"Você tem diploma? Eu tenho idéias!"






Méritos ao Diego

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E no banco da praça eu te acho.

Façam o que digo: Esqueçam letrinhas, deixem-nas cair em papéis sem linhas, em estradas sem curvas, socializem os livros.

Abriguem o mundo!

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Minha parte

Alguém atenda o telefone, por favor!
Pois a água da banheira já tranbordou,
E ainda,
Preciso esquecer um livro num banco de uma praça tranquila,
Numa cidade faminta,
De um povo apreciador.





Relendo a abertura da série 4400.

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Arte pela manhã



Ética poética
Ótica erótica
.
.
.
Agradável arte, me agrada esta parte.

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Se é um ali...Cálice

E Alice, vivia só
Apenas com seu cálice morava
Calada, sempre se encontrava
Até que um dia, ela sentiu saudade
Mas não sabia de que, nem por quem
Isso, até encontrar o moço
E na calada da noite, o você respondeu os porquês.

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Telefonema


Ele, o fonema mais ouvido
Encanto de voz que me desmonta em tempos surreais
Que me teletransporta diariamente para o seu coração, a sua alma, para a sua distância mais próxima: O nós.

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É fio, são cinco

E após constantes movimentos de dança sobre a tecla F5
Eis que as letrinhas se entelham, e através de seu encanto,os delas, os dele...
Elas aparecem para proteger do vazio em noites infinitas numa constante insaciável: O mundo.

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O casamento da reflexão


E na colheita do café
Eu planto idéias
Eu danço feito matuto
E tão bela é a dança
Que o mundo fica mudo

Perplexo.


P.s: Pontuem, por favor.




Sobre a foto:
AS TRÊS DANÇARINAS ( 1925 )

Picasso iniciou esta tela quando seu casamento com Olga se tornava uma crescente fonte de infelicidade.
Sua amargura expressa no delirante espírito da dança - uma paródia selvagem da graça do balé clássico.
As figuras agressivamente distorcidas, numa celebração feroz das energias criativas e destrutivas do próprio autor

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Colher café, plantar idéias!

Deixem-me a sós com o meu vício,
Faço dele o aço que me inoxida,
Um hábito que me proporciona prazer.
Fiquem com um dos sete pecados, a "inveja", ou, tome um gole de idéias.



P.s: "Isso que é gostar de café"

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Dor, dor, dor...



E o poeta sem dor é um poeta sem alma.
Porque a alma do poeta é a dor.

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Espelho



Tenho um espelho.
E quando tenho dúvidas
Sobre quem eu sou
Reflito, reflito, reflito.


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Sem internet, auto-retrato no word

Prazer, hábito e vício: Internet. A vida sem internet é como a internet sem orkut: Um tédio, não tem graça. E os limitados acreditam que internet é um bicho, que morde e devora, e nos proibem de usar em certos lugares, certos sites, mas digo, que internet, orkut, e etc, é mais sensibilizado do que certos "lixos", e agora, o lixo se sentiu ofendido. Profissão: Aquelas que me comovem. Cabelos: Os meus, e sempre na cabeça, decerto. Manias: Colecionar vozes. Palavra: Saudade. A saudade se revela sem filme. Atividades: Criar. Seja arte ou desastre. Calçados: Adoro andar sem eles, mas quando com eles, os números variam entre 34 e 36. Tudo ou quase tudo nessa vida é uma questão de forma, fôrma, ou de deformar. Peso: Varia, varia, e não chega ao ponto de doar sangue. Pena.


Curiosidade: Sombrinhas me inspiram.

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