"mas me diz, e quando eu quiser falar contigo?!"
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Eu tenho um mundo chamado publico.
Todos dormiram, como se fosse realidade...
Todos se levantaram e cada um foi fazer o seu café.
Melhor assim. Melhor cada um fumar o seu cigarro e tomar o seu café.
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Eu desconheço esse sentir, porque da minha parte, do meu sentir, sou toda te sentir.
Ouve ou vê
Sim.
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sim, sem som.
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Vou parar de ensaiar e ser sim só escritora.
Assinado, senhorita re_volta
Gira, gira, gira, Fá
me alivia?
rs
Má diz:
rs
eu posso tentar
Sobre_vivendo. diz:
rsrs
Ai ai.
mil pessoas para eu atender. affio. rs
Má diz:
jogue-as para o alto, e venha!
Sobre_vivendo. diz:
Vou te chamar de senhorita meu alívio.
Má diz:
ah, linda minha!
Sobre_vivendo. diz:
Menina do Rio...
Fazendo um bem a alguém.
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Menina de Sampa.
Má diz:
ah, é?
Sobre_vivendo. diz:
Sim. rs
Má diz:
rs
Sobre_vivendo. diz:
tu num sabe...rs
Má diz:
me conta?
Sobre_vivendo. diz:
Eu tinha ido ali, menina que me nina, que me anima.
Má diz:
rs
eu havia ido lá, fazer comida.
Sobre_vivendo. diz:
“Me conta?”
Te faço um conto e te conto, oras.
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No mais, oro, faço jenjum.
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Isso, porque sou ruim de comer.
Rs_rs.
Má diz:
me ensina a ser ruim
de come?
comer?
Sobre_vivendo. diz:
jejum*
Má diz:
queria fazer jejum
jejuns.
e ser leve
como uma pena.
Sobre_vivendo. diz:
Levo-te comigo nos meus vôos.
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Não existe leveza maior do que essa, do que voar.
Ser livre é isso, é respirar nas alturas, em terra firme.
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Ame, ime.
Má diz:
pé no chão, cabeça nas nuvens.
como as girafas
Sobre_vivendo. diz:
Gira,gira, gira, Fá.
Má diz:
rsrs
Bio da grafia
Em mil novecentos e bolinha, uma trajetória picante tal como pimenta malagueta inicia a passagem daquele feto pelo túnel que liga o útero ao mundo.
Assim, nasce na cidade de Guarulhos, no estado de São Paulo, no dia 18 de maio de 1981, um ser pequenino e atrevido. Que logo ao nascer subiu no palco e fez do seu parto um verdadeiro espetáculo dramático. A platéia meio anestesiada com aquele ser tão pequenino e já tão atrevido... Sorriu. Mesmo a peça não sendo comédia. Ela chorava com a palmada que levara em suas nádegas de dois bonitões médicos-atores.
Após um quarto de cem mais um, o espetáculo continua. Todos os dias ela sobe na calçada para dá espetáculo: Anda, dança, se movimenta, se articula todo tempo; desce e continua dando: Por que o espetáculo é a vida em movimento! Essa é a Magali; a casta.
Que deixa a curiosidade dos leitores se prolongarem pela mão que diz: Por instante basta.
Um dia a gente cresce e vira gente tímida
(...)É
Um dia a gente cresce e vira gente tímida...
E mais:
Fica com medo de gente de todos os tamanhos
Encurta ainda mais as conversas curtas
E seu longa-metragem preferido... É o ser anti_social
Porque estar só é lirismo
É sentimentalismo.
Quando gente tímida quer se socializar... Vira literato!
Calça os sapatos, bota a cartola, pega a sombrinha...
(Voltei Recife foi a saudade que me trouxe pelo braço...)
Não, não é para dançar frevo!
Seu maior intuito?
Tomar chá com seus súditos: Seus eus-líricos.
(...)
Tá sim, nhá!

Não sou tão nova, tampouco velha, estou exatamente naquela fase em que as pessoas não entendem a parte que me desperta a sabedoria.













































